Há aquelas alturas da vida em que o que mais queremos é que a vida corra de forma normal, em que não aconteça nada que não tivéssemos à espera. Mas também são nessas alturas que a vida se lembra de nos mostrar que nada é constante e que acontece sempre algo de improvável e que não estávamos à espera. E é nestas situações que nos temos que adaptar ao que a vida nos trouxe de novo. Seja bom ou mau, são estas voltas que fazem com que a vida dê gozo de viver. Com elas conseguimos superar as nossas expectativas e mesmo as dos outros. Tem que ser assim que devemos viver a nossa vida, a elevar a fasquia dos nossos limites e a mostrar a todos que somos fortes.
domingo, 19 de abril de 2009
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Convites
Aviso:
Face às respostas obtidas, informo que vou deixar de fazer convites de toda e qual espécie.
Obrigado.
Obrigado.
sexta-feira, 27 de março de 2009
Almoço em "família"
Soube-me tão bem hoje ir almoçar com antigos colegas. Foi a correr, mas sempre deu para matar algumas saudades.
Nestas situações vem sempre à memória os momentos que já passámos juntos.
Aproveito a correcção que me fizeram, que agradeço imenso, e como não quero induzir ninguém em erro, aqui fica oficialmente anunciado que a expressão utilizada neste post "há mais mares que marés" não é a correcta, mas sim "há mais marés que marinheiros".
Nestas situações vem sempre à memória os momentos que já passámos juntos.
Aproveito a correcção que me fizeram, que agradeço imenso, e como não quero induzir ninguém em erro, aqui fica oficialmente anunciado que a expressão utilizada neste post "há mais mares que marés" não é a correcta, mas sim "há mais marés que marinheiros".
quinta-feira, 26 de março de 2009
"Padre recusa baptizar com o nome Lucílio"
Depois do que tenho dito do circo montado à volta daquela jogada, esta é a gota de água:
"Padre recusa baptizar com o nome Lucílio"
A polémica em torno da arbitragem da final da Taça da Liga entre Sporting e Benfica chegou à Igreja. Embora conste que Jesus Cristo fosse pelo perdão e por dar a outra face, o padre João Eleutério, da Igreja do Rato, em Lisboa, é um fervoroso sportinguista e, no fim da última missa dominical, anunciou que "enquanto for responsável por esta paróquia, não faço intenções de baptizar nenhum menino chamado Lucílio".
Artigo presente no jornal Meia Hora do dia 26 de Março de 2009
Se já não sabia o que havia de dizer sobre tudo que se tem passado, então esta notícia deixa-me completamente perplexo. Será que este padre não sabe a responsabilidade das palavras que proferiu e da responsabilidade que tem perante a sociedade?
terça-feira, 24 de março de 2009
Pergunta retórica
Tenho estado a visualizar um programa de debate desportivo na RTPN e não posso deixar a fraca qualidade dos comentadores presentes. O tema do debate só poderia ser o jogo entre o Sporting e o Benfica no passado sábado no Algarve. Mas o que mais me impressiona é quando estes comentadores usam palas nos olhos (e estou a referir-me a todos), então os comentários proferidos por eles são de brandar aos céus, não conseguido ser comentários de quem anda no futebol aos anos como eles andam, ou seja, comentário isentos.
O cúmulo foi quando um deles disse que o toque no peito do jogador do Sporting tinha sido feito fora da área. Até pode ter razão ao dizer que não é mão e que o árbitro se enganou, mas agora que é fora da área já é um bocado excessivo. Cada vez mais tenho a certeza que a culpa é mesmo dos dirigentes desportivos e não dos árbitros e dos jogadores.
Sobre a falta mal marcada no jogo da final da Taça da Liga tenho a dizer que não é falta nenhuma e que foi um erro, mas também tenho a afirmar que a memória fica sempre curta quando assim interessa que seja...
Será que alguém consegue-se lembrar do jogador que derrubou o Mário Jardel dentro da área, num jogo entre o Benfica e o Sporting?
terça-feira, 10 de março de 2009
Constatações
Será que sou só eu que me apercebo que o único central bom em Alvalade é um "senhor" chamado Daniel Carriço? Não consigo compreender como é que o Paulo Bento não aposta de vez neste jovem e talentoso jogador. Lá porque ele não esteve tão bem frente ao futuro melhor jogador do Mundo, no jogo contra o Barcelona, não quer dizer que ele não seja um grande central...
Não consigo parar de pensar nisso depois o jogo que acabei de ver dos dois centrais (???) que jogaram hoje, e apesar de não ser sportinguista adoro ver o Daniel Carriço a jogar. Faz-me lembrar um jogador que espero que seja o futuro capitão no Benfica, Miguel Vítor. Jogam de cabeça levantada e tentam sair a jogar... Mas também quando não dá para fazer isso, não há vergonhas em aliviar a bola para o "mato".
Só espero que o Professor Carlos Queirós esteja atento, pois acredito nesta dupla de centrais durante muitos anos na selecção nacional portuguesa.
domingo, 8 de março de 2009
Já lá vão 26
Muito obrigados a todos pelo dia que me proporcionaram! Nunca mais vou esquecer este dia...
quarta-feira, 4 de março de 2009
Late night coffee
Se não sabe bem ficar à conversa durante horas e horas a fio enquanto se aproveita para beber um café e para matar saudades de tempos passados... e tempos tão bons. Tudo muda, mas tudo se mantém inalterado. É tão bom perceber que a amizade continua forte e saudável.
Temos que combinar mais cafés assim, para falar de tudo e de nada...
domingo, 1 de março de 2009
Nice guys finish last
Hoje percebi da forma mais crua que são sempre os cabrões que "ganham"... Agora já nada mais posso fazer. Fica o sentimento de tristeza e pena que as coisas não tenham corrido de outra forma. Mas como se costuma dizer, "há mais mares que marés".
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Agora não venham cá histórias...
"Portugueses fazem 868 apostas por minuto"
"Os portugueses fazem 868 apostas por minuto no Euromilhões, um jogo que transformou Portugal no país que mais aposta por pessoa, cativando até os mais jovens. Desde 2004, 30 portugueses ficaram "euromilionários". O primeiro sorteio de Euromilhões foi há exactamente cinco anos. Na altura, Portugal ainda não fazia parte dos países aderentes, entrando apenas oito meses mais tarde. Mas os portugueses depressa ganharam o ritmo, atingindo o segundo lugar na tabela dos que mais apostam: desde o seu lançamento, em Outubro de 2004, registaram-se mais de 1.935 milhões de apostas no país. "Portugal é o país que mais aposta per capita. Em 2008 esse valor foi de 1,68 euros por semana", disse à Lusa o Departamento de Jogos Santa Casa.
No ano passado, a média semanal foi de aproximadamente 8,8 milhões de apostas. Ou seja, a cada hora que passa as casas de jogo portuguesas registam 52 mil apostas. Resultado: desde 2004 foram atribuídos "mais de 86 milhões de prémios", num total de mais de "1.883 milhões de euros". Nestes quatro anos, o Euromilhões transformou 30 portugueses em "30 excêntricos".
O maior prémio atribuído no país foi há três anos e atingiu o montante de mais de 61 milhões de euros. Na "mais antiga casa de lotarias do mundo", a Casa Campião, no Rossio, e, Lisboa, foi registado o bilhete que fez o segundo "euromilionário" português, disse à Lusa Fernando Dantas, o responsável da loja. Em cinco anos, o jogo criou "145 excêntricos em toda a Europa”. Portugal foi o "segundo país onde mais vezes foi atribuído o 1º prémio e o segundo prémio por atribuição obrigatória do jackpot", segundo o gabinete de imprensa da Santa Casa. "Há quem faça pastéis de nata, a nossa especialidade é fazer milionários", ironizou Miguel Pinho, 37 anos, da Casa da Sorte, também no Rossio. Ali, os quatro funcionários têm sempre alguém para atender: "os períodos mais fortes são a meio da manhã e a meio da tarde", garantiu o responsável pela loja, Vítor Mateus, 54 anos, um homem com "experiência no ramo das lotarias, Euromilhões e apostas mútuas". A trabalhar na Casa da Sorte há 40 anos, José Augusto dos Santos garante que o Euromilhões seduziu uma geração que estava afastada deste tipo de jogos: "A malta jovem".
"A malta jovem aderiu mais ao Euromilhões. É um sonho que está ao alcance por apenas dois euros", explicou o mais antigo funcionário da loja. É no final e no início do mês, altura de receber o ordenado, que os portugueses apostam "mais forte", mas, diz quem sabe, existe apenas uma palavra que faz atrair mais clientela: "Jackpot". Fernando Dantas, responsável da Loja Campião, acha uma certa graça ao desprezo com que alguns já olham para os prémios quando não é semana de jackpot: "Entram na loja e dizem 'Ah!! São só quinze milhões', como se quinze milhões não bastassem". Com ou sem prémio acumulado, os portugueses continuam a jogar mesmo em tempos de crise. Os funcionários das lojas dizem que o trabalho não reduziu, apenas o valor apostado. Hoje, afirmam, a maioria das pessoas joga dez euros, mas de vez em quando ainda aparecem uns crentes que "investem mais capital" e num só talão gastam 1544 euros."
No ano passado, a média semanal foi de aproximadamente 8,8 milhões de apostas. Ou seja, a cada hora que passa as casas de jogo portuguesas registam 52 mil apostas. Resultado: desde 2004 foram atribuídos "mais de 86 milhões de prémios", num total de mais de "1.883 milhões de euros". Nestes quatro anos, o Euromilhões transformou 30 portugueses em "30 excêntricos".
O maior prémio atribuído no país foi há três anos e atingiu o montante de mais de 61 milhões de euros. Na "mais antiga casa de lotarias do mundo", a Casa Campião, no Rossio, e, Lisboa, foi registado o bilhete que fez o segundo "euromilionário" português, disse à Lusa Fernando Dantas, o responsável da loja. Em cinco anos, o jogo criou "145 excêntricos em toda a Europa”. Portugal foi o "segundo país onde mais vezes foi atribuído o 1º prémio e o segundo prémio por atribuição obrigatória do jackpot", segundo o gabinete de imprensa da Santa Casa. "Há quem faça pastéis de nata, a nossa especialidade é fazer milionários", ironizou Miguel Pinho, 37 anos, da Casa da Sorte, também no Rossio. Ali, os quatro funcionários têm sempre alguém para atender: "os períodos mais fortes são a meio da manhã e a meio da tarde", garantiu o responsável pela loja, Vítor Mateus, 54 anos, um homem com "experiência no ramo das lotarias, Euromilhões e apostas mútuas". A trabalhar na Casa da Sorte há 40 anos, José Augusto dos Santos garante que o Euromilhões seduziu uma geração que estava afastada deste tipo de jogos: "A malta jovem".
"A malta jovem aderiu mais ao Euromilhões. É um sonho que está ao alcance por apenas dois euros", explicou o mais antigo funcionário da loja. É no final e no início do mês, altura de receber o ordenado, que os portugueses apostam "mais forte", mas, diz quem sabe, existe apenas uma palavra que faz atrair mais clientela: "Jackpot". Fernando Dantas, responsável da Loja Campião, acha uma certa graça ao desprezo com que alguns já olham para os prémios quando não é semana de jackpot: "Entram na loja e dizem 'Ah!! São só quinze milhões', como se quinze milhões não bastassem". Com ou sem prémio acumulado, os portugueses continuam a jogar mesmo em tempos de crise. Os funcionários das lojas dizem que o trabalho não reduziu, apenas o valor apostado. Hoje, afirmam, a maioria das pessoas joga dez euros, mas de vez em quando ainda aparecem uns crentes que "investem mais capital" e num só talão gastam 1544 euros."
by Destak - Edição de dia 13 de Fevereiro de 2009
Agora venham cá com coisas que muitas vezes se esquecem de colocar o EuroMilhões... De certeza que até lá vão mais que uma vez por semana, "só para ver se calha alguma coisita".




